A comédia romântica “Que Tal Nós Dois?”, com Carolina Ferraz e Otavio Martins, agradou tanto ao público paulistano que vai prorrogar temporada mais uma vez no Teatro Folha. A peça mostra com humor e sensibilidade o relacionamento de dois amantes que se encontram uma vez por ano na convenção da empresa onde trabalham. A temporada se estenderá até final de setembro, em sessões de sexta-feira a domingo. A história do casal se desenvolve ano após ano, sempre mostrando os reencontros nas convenções da empresa e as mudanças na vida de cada um, o que reflete no relacionamento deles. Um homem e uma mulher, ambos casados e com família,  funcionários de uma grande empresa, se conhecem numa convenção. Embalados pelo clima de confraternização, e depois de beberem alguns drinks, acabam passando a noite juntos. No dia seguinte acordam juntos em quarto de hotel e, sem nenhuma intimidade, decidem não mais repetir o encontro amoroso. Mas como ninguém manda no coração, no ano seguinte, novamente na convenção da empresa, eles se reencontram e passam a noite novamente, estabelecendo um relacionamento. O texto é resultado da parceria criativa entre o ator e autor Otavio Martins e a autora Juliana Araripe. A peça mostra a evolução da relação, que começa com o constrangimento de duas pessoas que acordam juntas sem lembrar exatamente os detalhes da noite vivida. No segundo ano em que as personagens se encontram os conflitos pessoais são revelados. Questões relacionadas ao poder surgem no terceiro ano porque, na medida em que ela passa a assumir um cargo de liderança na empresa, abala o lado machista dele. O desfecho da história de amor acontece no quarto ano, quando algo inesperado acontece com o casal. O espetáculo conquistou o interesse do público porque fala de relacionamento amoroso de maneira leve, engraçada e sintonizada com questões que ganharam visibilidade social, como, o poder da mulher no mundo dos negócios. A personagem de Carolina Ferraz torna-se hierarquicamente superior ao personagem de Otavio Martins e, com isso, o homem precisa desapegar de conceitos machistas. Sobre mais esta prorrogação de temporada, o diretor Isser Korik comenta que “o espetáculo fica cada vez mais interessante porque os atores ganham mais sintonia a cada apresentação”. SOBRE A ATRIZ CAROLINA FERRAZ Estreou como atriz na novela “Pantanal”, da TV Manchete, e não parou mais. Nos primeiros anos de carreira atuou em “Escrava Anastácia”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão” e “Floradas na Serra”. Na TV Globo, foi apresentadora do Fantástico e depois atuou nas novelas, “O Mapa da Mina”, “Pátria Minha”, “Tropicaliente”, “História de Amor”, “Por Amor”,  “Beleza Pura”, “Avenida Brasil”, entre outros trabalhos marcantes para o público. No cinema fez “Alma Corsária”, de  Carlos Reichenbach; “Mater Dei”, de  Vinicius Mainardi; “Amores Possíveis”, de  Sandra Werneck; ”Crô – O Filme”, de Bruno Barreto; “A Glória e a Graça” e ”O Passageiro – Segredos de Adulto”, ambos de Flávio Ramos Tambellini. Atuou nas peças “Honra”, com direção de Celso Nunes;  “Selvagem como o Vento”, de Denise Stoklos;  “O Rim”, dirigida por Elias Andreato;  “Amores, Perdas e meus Vestidos”, com direção de Alexandre Reinecke; e “Três Dias de Chuva”, montagem dirigida por Jô Soares. A atriz apresentou no canal GNT cinco temporadas de seu programa “Receitas da Carolina”, um sucesso entre o público interessado em gastronomia. Também lançou o livro “Na Cozinha com Carolina” e se prepara para lançar brevemente “Na Cozinha com Carolina 2”.   SOBRE O AUTOR E ATOR OTAVIO MARTINS Ator, diretor, dramaturgo e roteirista. Com extensa e importante carreira no teatro, Otávio atuou, assinou direção e criou a dramaturgia de diversas montagens. Entre os destaques, estão a comédia “Divórcio!” (2013), com Suzy Rêgo e José Rubens Chachá, e “A Bala na Agulha” (2014), com Denise del Vecchio, ambas como diretor; “Caros Ouvintes”, que dirigiu e escreveu, recebendo as premiações de melhor espetáculo e melhor direção no Prêmio Arte Qualidade Brasil de 2014; e o drama “Três Dias de Chuva” (2013), peça dirigida por Jô Soares, em que Martins atuou ao lado de Carolina Ferraz. Foi convidado por Paulo Autran para contracenar na peça “Vestir o Pai (2003)” e levou como melhor ator os prêmios Shell de Teatro (por “A Noite Antes da Floresta”, de 2006), e Contigo! de Teatro (por “Side Man”, de 2011). Voltou a trabalhar com Jô em “Tróilo e Créssida” (2016), adaptação da tragédia de William Shakespeare. É autor de “Pressa”, que em 2018 esteve em cartaz no teatro Glaucio Gill, no Rio de Janeiro. Na televisão, atuou nas séries “Mothern”, do canal pago GNT, e “PSI”, da HBO e em novelas da Rede Globo, como “Amor Eterno Amor”, “Além do Horizonte” e “Tapas e Beijos”. Também trabalhou atrás das câmeras, colaborando com Walcyr Carrasco no folhetim “Êta Mundo Bom”. Já dirigiu o programa “#PartiuShopping”, do Multishow, com Tom Cavalcante e grande elenco. Em 2018, estreia a série “Toda Forma de Amor”, de Bruno Barreto, no Canal Brasil. Otávio participou de filmes como “Malu de Bicicleta”, de Flávio Tambelini, “Salve Geral”, de Sérgio Resende, “Blindness”, de Fernando Meirelles, e “Meu Mundo em Perigo”, de José Eduardo Belmonte. Em 2018, interpreta o Ministro Francisco Bittencourt, vilão em “Nada a Perder”, cinebiografia autorizada do bispo evangélico Edir Macedo, dirigida por Alexandre Avancini. SOBRE O DIRETOR ISSER KORIK Diretor, ator, produtor, tradutor e dramaturgo, Isser Korik coleciona trabalhos marcantes como comediante em quase 30 anos de carreira, como  “Vacalhau & Binho”, de Zé Fidélis, que permaneceu oito anos em cartaz; “O Dia que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt; e, recentemente, “E  o Vento não Levou”, de Ron Hutchinson, e “Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera”, de Gláucio Gill. Como diretor se destaca na comédia. Concebeu “Nunca se Sábado…”, apresentado por quatro temporadas sob sua direção-geral, que marcou a cena paulistana. Dirigiu o sucesso “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport; a trilogia cômica de Alan Ayckbourn “Enquanto Isso…”; “O Mala”, de Larry Shue; o projeto “Te Amo, São Paulo”, que reuniu grandes nomes da dramaturgia paulista; além dos infantis “A Pequena Sereia”, de Fábio Brandi Torres; “Grandes Pequeninos”, de Jair Oliveira; “Cinderela”, “O Grande Inimigo” e “Ele é Fogo!”, de sua autoria, tendo recebido por esse último o Prêmio APCA. Recentemente dirigiu os sucessos “Jogo Aberto”, de Jeff Gould; e “O Empréstimo”, de Jordi Galceran. É diretor artístico da produtora Conteúdo Teatral e do Teatro Folha. FICHA TÉCNICA Dramaturgia – Otavio Martins e Juliana Araripe Elenco – Carolina Ferraz e Otavio Martins Participação especial em áudio – André Gonçalves, Danielle Winits e Regina Duarte Cenografia  – Paula de Paoli Cenotécnico – Wagner José de Almeida Figurinos  – Carolina Ferraz Trilha sonora composta – Ricardo Severo Assessoria de Imprensa – Claudio Marinho Criação Gráfica – Winnie Affonso Fotografia  de cartaz – Gustavo Arraes Fotografia de cena – Edson Kumasaka Equipe Técnica – Jardim Cabine Coordenação de Produção – Isabel Gomez Assistente de Produção – Pedro Pó Administração – Isabel Gomez  e Pedro Pó Iluminação e Direção  – Isser Korik Realização – Conteúdo Teatral e  RDP Cultural   SERVIÇO: QUE TAL NÓS DOIS? Temporada: 06 de julho a 30 de setembro de 2018 Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado e domingo, 20h Ingresso:  R$50 (setor 2) e R$70 (setor 1)* *Valores referentes aos ingressos inteiros na plateia e mezanino. Meia-entrada disponível em todas as sessões de acordo com a legislação. Duração: 80 minutos Classificação etária: 12 anos   TEATRO FOLHA Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel.: (11) 3823-2323 – Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Site: www.teatrofolha.com.br