O Teatro Folha prepara sua reabertura com uma programação diversificada, atento a todas as medidas de segurança

O Teatro Folha completa 20 anos de atividades no ano de 2021 e reabrirá dia 03 de SETEMBRO com espetáculos para o público adulto e infantil aos finais de semana. O teatro funcionará de acordo com as estratégias do Plano São Paulo para controle da pandemia de Covid19 e cumprirá rigorosamente as regras de segurança sanitária.

A programação começa com “Seleção da Comédia Stand-Up”, que estreia no dia 03 de setembro e segue em temporada às sextas-feiras, 21h. É um festival com alguns dos mais conhecidos nomes da comédia stand-up, como Bruno Motta, Victor Ahmar, Criss Paiva, Bruna Braga, Delio Macnamara, Junior Chicó e ainda participação especiais de nomes como Nany People e Rafinha Bastos.

No sábado, 04 de setembro, reestreia a peça “1 Milhão de Anos em 1 Hora”, com Bruno Motta, às 21h. No domingo, 05, estreia o espetáculo inédito “O ‘L’ Perdido” de Grace Gianoukas e Agnes Zuliani, às 19h, que traz de volta aos palcos as amigas Leila e Laila, personagens criadas pela dupla para um esquete do Projeto Terça Insana.

A programação para crianças, aos sábados e domingos, traz os espetáculos “Ao Som de um Violino”, com direção de Caroline Verban, às 11h e “Os Três Porquinhos – O Retorno Do Lobo Mau”, com direção de Leandro Mariz, às 16h. Ambas a partir de 04 de setembro.

O diretor artístico do Teatro Folha, Isser Korik, explica que para garantir a segurança sanitária ao público, precisou refazer todo o esquema de programação artística, reduzindo o número de sessões das peças. “Desta forma podemos garantir maior tempo para higienização da sala entre cada sessão. Também garantimos maior tempo para entrada e saída do público para evitar aglomerações”, conta.

Em cumprimento às regras de segurança sanitária, só será permitida a entrada de pessoas com máscaras, as poltronas serão ocupadas levando em consideração o distanciamento entre as pessoas e o sistema de vendas online foi modernizado.

Para compor a programação, a direção artística optou por espetáculos com elencos reduzidos. A ideia é também reduzir a circulação de pessoas nos bastidores e camarins do teatro.